segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Oração


Oração

Busco-te sempre
És a luz que me guia
Por mais difícil seja o caminho
É em Ti que encontro forças

Contigo todo mal se afasta
Sua paz cura e alegra
Renova as minhas esperanças
Faz florescer rosas em meu coração

Quando sinto Sua presença
Minha nudez é evidente
Nada escondo diante de Ti
Posto que sou Vossa semelhança

Pela Sua generosidade agradeço
E pela capacidade de amar
Pela alegria da vida sou-Lhe grato
Pelo seu amor sou feliz.



Poema e Fotografia: Fabrício Cruz

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Respirar



Respirar

É sentir-se vivo!

É possibilitar a renovação do ar e com ele
purificar as impurezas que guardamos em nós.

É contemplar a natureza e com profunda alegria
perceber-se parte de sua intensa beleza.

É receber a presença divina em nosso coração
e com ela seguir nosso caminho de fé.

É transformar-se paz!


Poema: Colaborativo
Fotografia: Fabrício Cruz





quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mágica Mucugê!

Mucugê é uma pacata cidade situada no Parque Nacional da Chapada Diamantina e tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Chegando a Mucugê, a Igreja Matriz de Santa Isabel, com sua beleza singela, abre os braços para os viajantes, desejando uma estadia de paz. Aliás, recepcionar as pessoas com alegria, carinho e presteza é uma característica de seus habitantes.

Além do carisma de seus moradores, a cidade preserva sua arquitetura colonial, bem como sua rica história. Por lá o diamante fez riqueza e pobreza e a Coluna Prestes não ousou entrar.

Mucugê é incrivelmente limpa e aconchegante. Falta mais alguma coisa para ser feliz lá? Se você pensou em algo, esqueça! As flores, cachoeiras, paisagens, vales, cânions, dão um toque de magia a esse lugar, tornando-o um oásis!

Não percam tempo, comprem a passagem ou coloquem combustível no carro e... estrada!













quinta-feira, 28 de julho de 2011

As voltas do trem

As voltas do trem


Seguirei meu caminho
Nem que para isso tenha que ir atrás do último trem
Arriscando-me em corrida pelas pedras dos trilhos
Encharcadas de emoções escorregadias
Mas não ficarei na estação
Observando inerte o passar dos vagões
Lamentando as dores sofridas
e tentando fazer com que você me entenda


Quando pensares em mim
Perceberás quantas máquinas passaram
Fumegando e apitando canções do tempo
Verás outras pessoas na estação
Mas não me encontrarás sentado cabisbaixo
Sentirás meu cheiro vivo, mas não me tocarás
Sentirás algo inexplicável
Então, entenderás que segui o caminho da verdade


Despido o peso das bagagens indesejadas
Em outra circunstância inevitável aos seres
Pontualmente quando o primeiro trem passar
Sentiremos o pulsar dos nossos corações
Descobrindo clarividente o quanto mudamos
Sorriremos, e de mãos dadas, seguiremos juntos
Nessa hora o amor será o nosso amor
Eternizado pela nossa união

domingo, 3 de julho de 2011

Um tempo


Quanto dura um tempo?

Não menos que nós.

Somos o tempo,

até que o tempo decida

quem somos nós!



Desenho e Poema: Fabrício Cruz

sábado, 2 de julho de 2011

Olhando o mar



Olhando o mar

O casal vive o amor

Respira, equilibra e fortalece

Transbordando de alegria

O coração amante.
 
 
 
Desenho e poema: Fabrício Cruz

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Os Barcos

Barcos na praia

Deitados ficam na praia
Captando a energia solar
Esquentando suas vértebras no calor da areia
Mas estão sempre prontos para entrar n’água
Basta um lance de reflexo de seu adestrador
Para partirem em direção ao mar
Vencendo em atos de coragem suas ondas
Em busca do alimento do homem
Deixam de ser barco
Tornam-se vivos
Amigos inseparáveis
O barco e o homem.


Pintura e poema: Fabrício Cruz