segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Bailarina


Bailarina

 No salão ela rodopia

Leve, solta

A beleza irradia

No corpo a sutileza

No coração a doçura

Na alma o movimento

Formosa ela dança

Altiva, plena

Pura arte

Eterna bailarina




Desenho e fotografia: Fabrício Cruz

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Oração


Oração

Busco-te sempre
És a luz que me guia
Por mais difícil seja o caminho
É em Ti que encontro forças

Contigo todo mal se afasta
Sua paz cura e alegra
Renova as minhas esperanças
Faz florescer rosas em meu coração

Quando sinto Sua presença
Minha nudez é evidente
Nada escondo diante de Ti
Posto que sou Vossa semelhança

Pela Sua generosidade agradeço
E pela capacidade de amar
Pela alegria da vida sou-Lhe grato
Pelo seu amor sou feliz.



Poema e Fotografia: Fabrício Cruz

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Respirar



Respirar

É sentir-se vivo!

É possibilitar a renovação do ar e com ele
purificar as impurezas que guardamos em nós.

É contemplar a natureza e com profunda alegria
perceber-se parte de sua intensa beleza.

É receber a presença divina em nosso coração
e com ela seguir nosso caminho de fé.

É transformar-se paz!


Poema: Colaborativo
Fotografia: Fabrício Cruz





quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mágica Mucugê!

Mucugê é uma pacata cidade situada no Parque Nacional da Chapada Diamantina e tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Chegando a Mucugê, a Igreja Matriz de Santa Isabel, com sua beleza singela, abre os braços para os viajantes, desejando uma estadia de paz. Aliás, recepcionar as pessoas com alegria, carinho e presteza é uma característica de seus habitantes.

Além do carisma de seus moradores, a cidade preserva sua arquitetura colonial, bem como sua rica história. Por lá o diamante fez riqueza e pobreza e a Coluna Prestes não ousou entrar.

Mucugê é incrivelmente limpa e aconchegante. Falta mais alguma coisa para ser feliz lá? Se você pensou em algo, esqueça! As flores, cachoeiras, paisagens, vales, cânions, dão um toque de magia a esse lugar, tornando-o um oásis!

Não percam tempo, comprem a passagem ou coloquem combustível no carro e... estrada!













quinta-feira, 28 de julho de 2011

As voltas do trem

As voltas do trem


Seguirei meu caminho
Nem que para isso tenha que ir atrás do último trem
Arriscando-me em corrida pelas pedras dos trilhos
Encharcadas de emoções escorregadias
Mas não ficarei na estação
Observando inerte o passar dos vagões
Lamentando as dores sofridas
e tentando fazer com que você me entenda


Quando pensares em mim
Perceberás quantas máquinas passaram
Fumegando e apitando canções do tempo
Verás outras pessoas na estação
Mas não me encontrarás sentado cabisbaixo
Sentirás meu cheiro vivo, mas não me tocarás
Sentirás algo inexplicável
Então, entenderás que segui o caminho da verdade


Despido o peso das bagagens indesejadas
Em outra circunstância inevitável aos seres
Pontualmente quando o primeiro trem passar
Sentiremos o pulsar dos nossos corações
Descobrindo clarividente o quanto mudamos
Sorriremos, e de mãos dadas, seguiremos juntos
Nessa hora o amor será o nosso amor
Eternizado pela nossa união

domingo, 3 de julho de 2011

Um tempo


Quanto dura um tempo?

Não menos que nós.

Somos o tempo,

até que o tempo decida

quem somos nós!



Desenho e Poema: Fabrício Cruz

sábado, 2 de julho de 2011

Olhando o mar



Olhando o mar

O casal vive o amor

Respira, equilibra e fortalece

Transbordando de alegria

O coração amante.
 
 
 
Desenho e poema: Fabrício Cruz